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27-02-20 12:30

Limma condena convocação de manifestação por Bolsonaro

 

O deputado estadual Francisco Limma (PT) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa, na manhã desta quinta-feira (27), para demostrar preocupação com as mensagens publicadas no WhatsApp, inclusive pelo presidente Bolsonaro, incitando manifestações dos seguidores dos grupos contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal. Segundo o parlamentar, as mensagens foram repassadas pelo presidente da República, o caracteriza Crime de Responsabilidade.
“Estas ações são gravíssimas, principalmente vindo de um Presidente que jurou cumprir a nossa Constituição. É crime de responsabilidade o chefe maior da nação convocar o povo e pedir o fechamento do Congresso Nacional e do STF. É de uma gravidade sem precedentes”, considera Limma.
O deputado Franzé Silva (PT) parabenizou Limma pelo discurso. Ele disse que a Assembleia Legislativa precisa discutir o assuntocom mais profundidade. “Precisamos estar atentos como parlamentares. Ano passado ele já fez isso quando sugeriu as comemorações pelo Golpe Militar e agora quer colocar o povo contra o Legislativo e o Judiciário”, alertou.
Franzé também lembrou que os ministros do Supremo já estão se manifestando contrários a essa atitude do Presidente e acrescentou que “a luta pela Democracia é de todos e principalmente dos parlamentares”.
A deputada Flora Izabel (PT) disse que o Presidente da República se aproveitou novamente de um período de feriado nacional para incitar a população e a cultura do ódio.
Já a deputada Elisângela Moura (PCdoB) classificou a situação como muito preocupante.
O deputado João de Deus (PT) disse que o Bolsonaro não tem compromisso com a democracia e cobrou a manifestação pública dos presidente da Câmara Federal, Senado Federal, da justiça e da sociedade civil organizada. João de Deus também sugeriu que seja apresentada na Alepi uma monção de Repúdio para tornar pública a posição da Casa.
A sugestão foi prontamente aceita pelo deputado Francisco Limma que aprovou a assinatura de todos os deputados estaduais que quiserem subscrever a proposição.
Laryssa Saldanha - Edição: Katya D'Angelles

O deputado estadual Francisco Limma (PT) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa, na manhã desta quinta-feira (27), para demostrar preocupação com as mensagens publicadas no WhatsApp, inclusive pelo presidente Bolsonaro, incitando manifestações dos seguidores dos grupos contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal. Segundo o parlamentar, as mensagens foram repassadas pelo presidente da República, o caracteriza Crime de Responsabilidade.

“Estas ações são gravíssimas, principalmente vindo de um Presidente que jurou cumprir a nossa Constituição. É crime de responsabilidade o chefe maior da nação convocar o povo e pedir o fechamento do Congresso Nacional e do STF. É de uma gravidade sem precedentes”, considera Limma.

O deputado Franzé Silva (PT) parabenizou Limma pelo discurso. Ele disse que a Assembleia Legislativa precisa discutir o assuntocom mais profundidade. “Precisamos estar atentos como parlamentares. Ano passado ele já fez isso quando sugeriu as comemorações pelo Golpe Militar e agora quer colocar o povo contra o Legislativo e o Judiciário”, alertou.

Franzé também lembrou que os ministros do Supremo já estão se manifestando contrários a essa atitude do Presidente e acrescentou que “a luta pela Democracia é de todos e principalmente dos parlamentares”.

A deputada Flora Izabel (PT) disse que o Presidente da República se aproveitou novamente de um período de feriado nacional para incitar a população e a cultura do ódio.

Já a deputada Elisângela Moura (PCdoB) classificou a situação como muito preocupante.

O deputado João de Deus (PT) disse que o Bolsonaro não tem compromisso com a democracia e cobrou a manifestação pública dos presidente da Câmara Federal, Senado Federal, da justiça e da sociedade civil organizada. João de Deus também sugeriu que seja apresentada na Alepi uma monção de Repúdio para tornar pública a posição da Casa.

A sugestão foi prontamente aceita pelo deputado Francisco Limma que aprovou a assinatura de todos os deputados estaduais que quiserem subscrever a proposição.

Laryssa Saldanha - Edição: Katya D'Angelles



 



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