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08-11-18 14:27

Deputado quer explicação sobre critérios de distribuição no recursos para hospitais

 

O deputado Gustavo Neiva (PSB) voltou a falar nesta manha de quinta-feira (08), sobre a situação do Hospital de Urgência de Teresina (HUT).  Lembrando as dificuldades pelas quais passa o hospital, em decorrência da falta de atendimento adequado na maioria dos hospitais regionais do Estado, como Floriano, Piripiri, São Raimundo Nonato, de Picos, entre outros, o deputado cobrou de novo providências por parte do Governo.


Segundo ele, hoje, durante a prestação de contas do secretário de Fazenda, Rafael Fonteles, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), lhe chamou a atenção o fato de que o Governo, no tocante a Saúde, não investiu o índice determinado na Lei de Responsabilidade Fiscal. Gustavo Neiva indagou à Secretaria da Saúde Estadual do Piauí (Sesapi) qual é o critério adotado, para a repartição dos recursos públicos para os hospitais regionais, se são critérios técnicos ou critério político.  E que segunda-feira, ele irá apresentar um requerimento, solicitando esses esclarecimentos, junto a Sesapi (Secretaria de Saúde do Piauí).

 

“Ou seja, o Governo está gastando menos do que é obrigado a gastar. O Governo está gastando cerca de 11.5% quando na realidade  o índice mínimo são 12%. Isso justifica em parte, o caos que está vivenciando a saúde do Piauí. Porque o Estado está gastando pouco e está gastando mal”.

 

Citando como exemplo o hospital de Floriano, que de janeiro a novembro recebeu,  aproximadamente, recursos do Tesouro, sem falar dos recursos do Sistema Único de Saúde (SUS), R$ 16 milhões. E a Fundação Hospitalar, que cuida de seis hospitais, recebeu, no mesmo período, R$ 21 milhões. O que mostra, segundo o deputado, que o Governo não está sabendo dividir o “bolo” para com os hospitais.

 

 

 

“O hospital de Floriano está com total precariedade, para atender aos pacientes. Essa semana o portal da cidade Piauí Notícias, mostrou fotografias de pacientes deitados no chão e ainda acúmulo de cirurgias. Isso a gente já vinha dizendo, desde a campanha. Ou seja, que o hospital de Floriano foi feito de cabide de emprego, para a finalidade puramente eleitoral, e que os dados, agora, vêm se confirmando”, reiterou.

 

 

Lindalva Miranda - Edição: Katya D'Angelles 



 



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