Alepi

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19-04-18 12:38

Robert usa o pequeno expediente para tecer críticas ao governo

“Nós estamos aqui, há três anos e um pouco mais, exercendo atividade de líder da oposição e, nesses três anos, de maneira até chata e antipática eu venho alertando o governo do Piauí, que ele iria jogar o Piauí em um abismo. E o governo fez ouvido de mercador”, disse o deputado Robert Rios (DEM), no início de sua fala, durante o tempo de dois minutos, destinados aos pequenos avisos.

 

O parlamentar ressaltou que diante da situação alertada, por ele, o caos chegou ao Estado, com uma queda no Fundo de Participação em mais de dezoito por cento, um governo totalmente paralisado em seu custeio, com a segurança, saúde e educação sem dinheiro, a educação devendo o transporte escolar e, ao mesmo tempo em que a educação não paga o transporte escolar, a educação nunca gastou tanto com gráfica e compra material de livros.

 

Ele disse ainda que os terceirizados não recebem seus salários, a saúde está na UTI, a segurança está no chão, formando uma crise generalizada, enquanto a oposição dizia que gostaria de um diálogo, que tem que contribuir e que tem idéias.

 

“Mesmo com essa crise profunda e da velocidade com que o governador Welligton Dias de aproximado “abismo”, eu quero volta a dizer para o governador que a oposição tem o que dizer, tem como contribuir e quer opinar, para encontrar os caminhos de sair da crise. Se o governador achar que ele é auto suficiente e que ele não precisa das idéias e da oposição, ele será o unicamente responsável pela crise que se avizinha, de forma tão perigosa”, lamentou o deputado.

 

Robert Rios disse ainda que o governador Welligton Dias cresceu o Piauí, primeiro sendo irresponsável ao mandar para a Assembleia Legislativa do Estado do Piauí (Alepi), 14 deputados suplentes, depois sendo irresponsável ao coopitar parlamentares, distribuindo secretarias e coordenadorias e, por fim, sendo irresponsável de gastar, nas refeições de sua casa, só de carne e peixe, mil reais por dia, em fretar jatinhos, várias vezes, no valor de 50 mil reais, quando existem cerca de quatro vôos de carreira por dia.

 

“A crise tem um nome e a crise se chama Wellington Dias. E a oposição, em nome do Piauí quer junto com o governo, encontrar a saída para essa crise, principalmente, estancando todas as irresponsabilidades praticadas pelo governo”, finalizou.

 

 

Lindalva Miranda - Edição: Caio Bruno   

 



 



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