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12-03-18 13:49

Robert denuncia conluio entre governo Ciro Nogueira e Caixa Econômica


Robert denuncia conluio entre governo Ciro Nogueira e Caixa Econômica
O deputado Robert Rios (PDT) acusou a Superintendência da Caixa Econômica Federal no Piauí de ter contribuído com o Governo do Estado para destruir provas de um crime praticado na prestação de contas da primeira parcela de um empréstimo de R$ 600 milhões, ao entregar tal prestação de contas a pedido do governador, enquanto negou aos deputados da oposição cópia da mesma prestação, alegando que o pedido não foi aprovado pelo plenário da Assembleia. Em seu pronunciamento, o deputado informou que a oposição já entrou com ação na Justiça Federal, para ter acesso à referida prestação de contas do empréstimo.
Robert Rios afirmou que o governo anulou empenhos de obras realizadas com recursos de outras fontes, para que as mesmas constassem como feitas com os recursos do empréstimo, embora tivessem sido licitadas e executadas antes da contratação. Ele acusou o secretário de Fazenda, Rafael Fonteles, de ter agido de forma inusitada, para que as obras dos empenhos liquidados constassem como tendo sido feitas com recursos do empréstimo da Caixa.
Segundo Robert Rios, a mídia nacional precisa divulgar a manobra do governo do Piauí para conseguir receber a segunda parcela de um empréstimo com documentos falsos. Ele considera que a Caixa Econômica se envolveu na trama, ao negar aos deputados da oposição a cópia da prestação de contas do governo. Ele disse também que o governo pediu a prestação de contas à Caixa para destruir provas, pois o Estado deve ter cópia do documento para proceder qualquer complementação.
O deputado Rubem Martins (PSB) disse em aparte que foi caracterizada uma manobra nunca vista em qualquer governo, anular empenhos já liquidados. Ele defendeu também que a mídia nacional dê divulgação ao fato e disse aguardar com ansiedade auditoria do Tribunal de Conas do Estado, pois considera o governo inadimplente para receber a segunda parcela do empréstimo na Caixa.
Também em aparte falou o deputado Gustavo Neiva (PSB), para dizer que desde o início as lideranças políticas do interior já achavam que as obras prometidas não seriam construídas com os recursos do empréstimo. Ele lamentou que o governo, ao invés de mandar um complemento da prestação de contas, fez foi pedir a devolução da mesma. Gustavo considerou que toda a contabilidade do governo está agora desvirtuada. O deputado Dr. Pessoa (PSD) considerou as denúncias do orador muito graves e se colocou inteiramente a favor da apuração.
O deputado Robert Rios concluiu seu discurso afirmando que o governo se esqueceu de que a manobra com a anulação dos empenhos sobre obras realizadas antes do empréstimo deixou rastros do crime. Ele previu que a base do governo dirá que a oposição é contra os empréstimos, mas não é verdade. “Somos contra os desvios dos recursos” - salientou.
Repórter: Raimundo Cazé.

O deputado Robert Rios (PDT) acusou a Superintendência da Caixa Econômica Federal no Piauí de ter contribuído com o Governo do Estado para destruir provas de um crime praticado na prestação de contas da primeira parcela de um empréstimo de R$ 600 milhões, ao entregar tal prestação de contas a pedido do governador Wellington Dias, enquanto negou aos deputados da oposição cópia da mesma prestação, alegando que o pedido não foi aprovado pelo plenário da Assembleia Legislativa. Em seu pronunciamento, o deputado informou que a oposição já entrou com ação na Justiça Federal, para ter acesso à referida prestação de contas do empréstimo.


Robert Rios afirmou que o governo anulou empenhos de obras realizadas com recursos de outras fontes, para que as mesmas constassem como feitas com os recursos do empréstimo, embora tivessem sido licitadas e executadas antes da contratação. Ele acusou o secretário de Fazenda, Rafael Fonteles, de ter agido de forma inusitada, para que as obras dos empenhos liquidados constassem como tendo sido feitas com recursos do empréstimo da Caixa.


Segundo Robert Rios, a mídia nacional precisa divulgar a manobra do governo do Piauí para conseguir receber a segunda parcela de um empréstimo com documentos falsos. Ele considera que a Caixa Econômica se envolveu na trama, ao negar aos deputados da oposição a cópia da prestação de contas do governo. Ele disse também que o governo pediu a prestação de contas à Caixa para destruir provas, pois o Estado deve ter cópia do documento para proceder qualquer complementação.


O deputado Rubem Martins (PSB) disse em aparte que foi caracterizada uma manobra nunca vista em qualquer governo, anular empenhos já liquidados. Ele defendeu também que a mídia nacional dê divulgação ao fato e disse aguardar com ansiedade auditoria do Tribunal de Conas do Estado, pois considera o governo inadimplente para receber a segunda parcela do empréstimo na Caixa.


Também em aparte falou o deputado Gustavo Neiva (PSB), para dizer que desde o início as lideranças políticas do interior já achavam que as obras prometidas não seriam construídas com os recursos do empréstimo. Ele lamentou que o governo, ao invés de mandar um complemento da prestação de contas, fez foi pedir a devolução da mesma. Gustavo considerou que toda a contabilidade do governo está agora desvirtuada. O deputado Dr. Pessoa (PSD) considerou as denúncias do orador muito graves e se colocou inteiramente a favor da apuração.


O deputado Robert Rios concluiu seu discurso afirmando que o governo se esqueceu de que a manobra com a anulação dos empenhos sobre obras realizadas antes do empréstimo deixou rastros do crime. Ele previu que a base do governo dirá que a oposição é contra os empréstimos, mas não é verdade. “Somos contra os desvios dos recursos” - salientou.

 



Robert Rios diz que líder do Governo não respondeu discurso

 

 


 

 


Ao voltar à tribuna na condição de líder do bloco PDT/PSDB, o deputado Robert Rios (PDT) disse, hoje(12) que o líder do Governo, deputado João de Deus(PT), não respondeu o discurso em que denunciou o desvio de quase R$ 1 bilhão na atual administração estadual.


Robert Rios contestou ainda a afirmação feita pelo líder governista de que houve irregularidade na compra de chiclete tridente durante o Governo Wilson Martins. De acordo com ele, ao contrário do que afirmou João de Deus, o ex-governador Wilson Martins anulou a licitação realizada pela Casa militar para a compra de chiclete.


 

O parlamentar pedetista voltou a dizer que o Governo usou obras construídas com outros recursos na prestação de contas de empréstimo obtido junto à Caixa Econômica Federal. “Na prestação de contas, o Governo do Estado diz que aplicou R$ 15 milhões na construção de uma estrada em Corrente, mas essa estrada não existe”, acrescentou ele.

 

 

 

 

J Barros/Raimundo Cazé - Edição: Caio Bruno 

 



 



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