Teresa Britto divulga relatório do Conselho Regional de Medicina sobre maternidade
13/08/2019 13h48

 

A deputada Teresa Britto (PV) leu da tribuna relatório do Conselho Regional de Medicina (CRM) sobre irregularidades na Maternidade
Evangelina Rosa, ao tempo em que anunciou proposta à comissão de Saúde, Educação e Cultura, para que as visitas aos hospitais
continuem, em todo o Estado.
De tudo o que consta no relatório, Teresa Britto considerou mais grave a situação das parturientes, que não recebem alimentação adequada, uma
vez que o CRM constatou café da manhã com apenas meio copo de leite, sem pão, o que para ela significa uma crueldade contra uma pessoa que
amamenta.
Referindo-se diretamente ao governador Wellington Dias, a deputada disse que ele não devia ter apenas comparecido à inauguração de uma
enfermaria, mas sim visitado os leitos precários da maternidade Evangelina Rosa.Ela criticou a ida do governador à China, com numerosa
comitiva.
O atraso de pagamento ao pessoal da maternidade, desde os médicos aos mais simples funcionários, inclusive terceirizados, foi outro ponto
criticado pela deputada. Ela disse que são três meses de vencimento e mais o décimo terceiro, o que representa uma crueldade, sobretudo para
os que ganham apenas um salário mínimo, sem contar que uma servidora foi demitida por ter denunciado as irregularidades.
Teresa Brito concluiu seu pronunciamento prometendo continuar com as denúncias e informando que o relatório da comissão por ela presidida
será entregue ao governador, para que ele resolva adotar as devidas providências. Embora reconheça a importância do prolongamento da
interdição da Evangelina Rosa, pelo CRM, a deputada disse que a medida agrava ainda mais a situação dos pacientes.

A deputada estadual Teresa Britto (PV) leu hoje (13), na tribuna da Assembleia Legislativa, os dados do relatório do Conselho Regional de Medicina (CRM) sobre irregularidades na Maternidade Evangelina Rosa. A oradora anunciou a proposta à Comissão de Saúde, Educação e Cultura, para que as visitas aos hospitais públicos do Estad continuem em todo o Piauí.

Teresa Britto considerou o mais grave no relatório a situação das parturientes, que não recebem alimentação adequada, uma vez que o CRM constatou que no café da manhã elas recebem apenas meio copo de leite, sem um pedaço de pão, o que para ela significa uma crueldade contra uma pessoa que amamenta.

Referindo-se diretamente ao governador Wellington Dias, a deputada disse que ele não devia ter apenas comparecido à inauguração de uma enfermaria, mas visitado os leitos precários da maternidade. E criticou a ida do governador à China com uma enorme comitiva de assessores.

Atrasado - O atraso de pagamento ao pessoal da maternidade, desde os médicos aos mais simples funcionários, inclusive terceirizados, foi outro ponto criticado pela deputada. Teresa Britto disse que são três meses de vencimento e mais o décimo terceiro, o que representa uma crueldade, sobretudo para os que ganham apenas um salário mínimo. A deputada citou o caso de uma servidora demitida por denunciar as irregularidades.

Teresa Brito concluiu o pronunciamento prometendo continuar com as denúncias e informando que o relatório da comissão por ela presidida será entregue ao governador, para que ele resolva adotar as devidas providências. Embora reconheça a importância do prolongamento da interdição da Evangelina Rosa, pelo CRM, a deputada disse que a medida agrava ainda mais a situação das pacientes.



Raimunco Cazé - Edição: Katya D'Angelles


 


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