Dr. Hélio defende a escolha de um técnico para o Ministério da Educação
15/04/2019 12h47

 

[12:30, 15/4/2019] Paulo Pincel: Deputado Dr Hélio a falta de planejamento do Governo Federal o pai que não consegue fazer uma imagem de austeridade, onde é  improbabilidade, erros de comunicação do governo preocupam. Os números da educação precisam ser revistos a educação é prioridade, deve haver políticas públicas, como no Piauí que tem melhorado os seus índices, com ações inovadoras cem mil crianças e adolescentes nas escolas com resultados positivos para o Piauí. Ao contrário do Governo Federal um ministro que não tinha a menor noção, fez um desmonte na que não pode prescindir da presença de um técnicoque não pode prescindir da presença de um técnico de conheço e que faça a leitura correta de que não é um país desenvolvido sem avanço na educação.nós precisamos de um governo que tem a responsabilidade de colocar no ministério da Educação alguém que seja do ramo.o que esse dente errou quando escolheu o primeiro e o segundo é tão ruim quanto o primeiro já demonstrou claramente que não tem nenhum conhecimento nenhuma vivência uma questão educacional do nosso país só fala ideologias e preconceito na contramão daquilo que deveria acontecer.
[12:33, 15/4/2019] Paulo Pincel: Países de primeiro mundo acompanham  os investimentos em educação, O que define a qualidade das escolas é a qualidade dos professores a qualificação a valorização e o respeito do governo precisa ter com os professores e isso deve contaminar positivamente a sociedade.em casa se aprende que a prioridade a razão de tudo e a consequência o nosso futuro teorizar a educação é maior que uma família deixa para os filhos no Japão presente é a educação não é o celular, não é o carro.
[12:35, 15/4/2019] Paulo Pincel: Presidindo a sessão o deputado Francisco Costa elogiou o discurso do orador queremos que o Brasil avance acima de tudo como legado de uma educação pública de qualidade muitas vezes querem fazer mudanças radicais e isso pode trazer prejuízo para a população que acaba sendo atingida especialmente as mais funeraveis

O deputado estadual Dr. Hélio Oliveira (PR) reclamou da falta de planejamento do Governo Federal, que não consegue mostrar uma imagem de austeridade, mas de "improbabilidade", com sucessivos erros de comunicação que preocupam.

 

"Os números da educação precisam ser revistos. A educação deve ser prioridade, deve haver políticas públicas, como no existe no Piauí, que tem melhorado nos seus índices, com ações inovadoras, que colocaram cem mil crianças e adolescentes nas escolas, com resultados positivos, ao contrário do governo federal, onde o ministro que não tinha a menor noção, fez um desmonte na educação. O Ministério da Educação não pode prescindir da presença de um técnico, que conheça e que faça a leitura correta, de que não há um país desenvolvido sem avanço na educação. Nós precisamos de um governo que tem a responsabilidade de colocar no ministério da Educação alguém que seja do ramo. O presidente errou quando escolheu o primeiro ministro  e erra ao nomear o segundo, que é tão ruim quanto o primeiro... já demonstrou claramente que não tem nenhum conhecimento, nenhuma vivência uma questão educacional do nosso país, só fala ideologias e preconceito, na contramão daquilo que deveria acontecer", reclamou.

 

O deputado ressaltou que nos países de primeiro mundo acompanham os investimentos em educação. E o que define a qualidade das escolas é a qualidade dos professores, "a qualificação, a valorização e o respeito do governo. Precisa ter com os professores e isso deve contaminar positivamente a sociedade. Em casa se aprende que a prioridade, a razão de tudo e a consequência do nosso futuro é priorizar a educação. É o bem maior que uma família deixa para os filhos. No Japão o presente é a educação, não é o celular de marca, não é o carro".


Presidindo a sessão, o deputado Francisco Costa (PT) elogiou o discurso do orador. "Queremos que o Brasil avance acima de tudo como legado de uma educação pública de qualidade. Muitas vezes querem fazer mudanças radicais e isso pode trazer prejuízo para a população, que acaba sendo atingida, especialmente os mais funeráveis".

 

 

J.Barros  - Edição: Katya D'Angelles 

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