Piauí cobra a segunda maior carga tributária sobre energia, denuncia Marden Menezes
04/12/2018 13h29

 

O deputado Marden Menezes (PSDB) afirmou hoje (04) que o Piauí é o Estado que cobra a segunda maior carga tributária sobre energia, combustível e telecomunicações no Brasil. Ele disse que o percentual chega a 49,9% do ICMS, menor apenas que os 52,5% cobrados no Tocantins.
“De tudo o que se arrecada de ICMS quase metade é correspondente a carga tributária, sem que isso represente melhorias nos serviços prestados à população. De nada adianta aumentar impostos se o governo não reduzir seus gastos de maneira planejada e modificar de maneira profunda sua estrutura administrativa”, afirmou.
Marden assegura que a sociedade está cobrando de maneira profunda a reforma administrativa para tornar a máquina mais eficiente, desburocratizando todos os serviços para a administração ficar mais leve.
“Veja essa questão da carga tributária sobre a energia, combustíveis e telecomunicações. Os serviços não ficam mais eficientes, pelo contrário, ficam mais caros. Depois do Tocantins e do Piauí, os mais caros estão no Pará, Distrito Federal, Amapá, Ceará, Rondonia e Bahia. Nenhum deles tem um serviço pior do que o nosso”, acentuou.
Durvalino Leal

O deputado Marden Menezes (PSDB) afirmou hoje (4) que o Piauí é o estado que cobra a segunda maior carga tributária sobre energia, combustível e telecomunicações no Brasil. Ele disse que o percentual chega a 49,9% do ICMS, menor apenas que os 52,5% praticados no Tocantins.

“De tudo o que se arrecada de ICMS quase metade é correspondente a carga tributária, sem que isso represente melhorias nos serviços prestados à população. De nada adianta aumentar impostos se o governo não reduzir seus gastos de maneira planejada e modificar de maneira profunda sua estrutura administrativa”, afirmou.

Marden assegura que a sociedade reclama uma reforma administrativa profunda, para tornar a máquina mais eficiente, desburocratizando todos os serviços públicos fiquem mais leve.

“Veja essa questão da carga tributária sobre a energia, combustíveis e telecomunicações. Os serviços não ficam mais eficientes, pelo contrário, ficam mais caros. Depois do Tocantins e do Piauí, os mais caros estão no Pará, Distrito Federal, Amapá, Ceará, Rondonia e Bahia. Nenhum deles tem um serviço pior do que o nosso”, acentuou.

Durvalino Leal - Edição: Paulo Pincel

 

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